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A Feira do Livro 2010, expressão de
uma sociedade socialista
• Raúl Castro, junto ao chanceler
russo Serguei Lavrov, assistiu à inauguração, em La
Cabaña
Pedro de la Hoz
O
presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros,
general-de-exército Raúl Castro Ruz, assistiu na
quinta-feira, 11 de fevereiro, à noite, à
inauguração da 19ª Feira Internacional do Livro, na
Fortaleza de La Cabaña, a leste da capital.
A
publicação de uns mil títulos e a disponibilidade de
7 milhões de exemplares na 19ª Feira Internacional
do Livro Cuba 2010 são possíveis graças à prioridade
que uma Revolução socialista como a nossa dá à
cultura num país bloqueado há meio século pelo
imperialismo.
Essa
ideia, expressa no discurso elaborado pela
presidenta do Instituto Cubano do Livro, Zuleica
Romay, e lida pelo vice-ministro da Cultura, Rafael
Bernal, devido a uma laringite, ilustrou aos
participantes o enorme esforço para satisfazer a
demanda dos leitores, que durante dez dias irão
marcar presença no evento em Havana e mais duas
semanas, em 15 cidades do país.
Em
representação da Rússia, país Convidado de Honra da
Feira, o ministro das Relações Exteriores, Serguei
Lavrov, agradeceu o convite. Entre os assistentes ao
ato, encontravam-se, junto a dirigentes do Partido e
do governo, o vice-presidente de El Salvador,
Salvador Sánchez; o ministro da Cultura do Paraguai,
Ticio Escobar, e a ganhadora do Prêmio Nobel de
Literatura, a escritora sul-africana Nadine Gordimer.
A
qualidade do ensino artístico se evidenciou na
execução da Orquestra Sinfônica Juvenil do
conservatório “Amadeo Roldán” de partituras de
Dimitri Shostakovich e Piotr Tchaicovski. Da copiosa
delegação cultural russa se apresentou o saxofonista
Igor Butman e seu quinteto de jazz. •
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