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Havana. 10 de Março, de 2010    

Representante da ONU no Haiti
elogia cooperadores cubanos

Victor M. Carriba

NAÇÕES UNIDAS, (PL). — O chefe da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah), Edmond Mulet, qualificou, em 9 de março, de extraordinário o trabalho dos médicos cubanos nesse país caribenho, assolado por um terremoto.

"Esses profissionais trabalham em todos os cantos do Haiti, numa forma extraordinária, com entrega e amor e muitas vezes em condições difíceis, realmente terríveis", disse o funcionário em declarações exclusivas à Prensa Latina, na sede da ONU.

"Apesar da situação, eles estão aí, comprometidos, esforçando-se numa forma realmente admirável", acrescentou.

Quanto à atividade do contingente cubano, Mulet ressaltou que se trata duma presença e duma solidariedade manifestadas há anos.

Explicou que o mandato da Minustah não abrange o tema médico, mas que essa missão mantém relações cordiais com os médicos de Cuba, que, apontou, "são autossuficientes e fazem seu trabalho".

Na hora do sismo, uns 400 cubanos trabalhavam no setor da Saúde no Haiti, número que atualmente é de 1.500 atualmente, incluindo haitianos que estudavam medicina em Cuba.

O contingente também conta com profissionais de 22 nações da América Latina e do Caribe e sete dos Estados Unidos, formados na Escola Latino-Americana de Medicina em Cuba.
 

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